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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Pilates para melhorar a respiração


O Pilates é um método de comprovada eficiência na prevenção e na reabilitação física. E, devido ao grande repertório de exercícios que podem ser adaptados ou modificados para todos os tipos de necessidades e objetivos, é recomendado a diversos públicos, entre eles: idosos, gestantes, atletas, pacientes com alterações posturais, pré e pós-operatórios, portadores de comprometimento neurológico, entre outros.

Indicado para o tratamento e prevenção de problemas na coluna vertebral, o Pilates se destaca por também ser eficiente na melhora da respiração e alívio do estresse.

“O principal músculo da respiração é o diafragma, que está ligado à coluna e também aos músculos abdominais. Quando este músculo não está em pleno funcionamento, dores nas costas, distúrbios gastrointestinais, cefaléia e ansiedade podem começar a aparecer”, explica a fisioterapeuta da Acquaterapia, Maitê Molica Ferrari.

Durante a execução dos movimentos, os músculos responsáveis pela respiração são recrutados, porém, o diafragma necessita realizar uma força ainda maior que os outros músculos, o que aumenta a força inspiratória gerando melhor sincronismo e freqüência da respiração.

O método Pilates trabalha a musculatura respiratória e é capaz de ensinar indivíduos ‘estressados’ a respirar, já que os exercícios são realizados em associação com uma respiração completa e ideal, contribuindo para liberar a ansiedade contida no diafragma. A consequência desta ação está diretamente ligada a diminuição do estresse.

Em diferentes ramificações, o Pilates é desenvolvido com base em seis princípios, sendo eles: concentração – nos músculos que estão sendo solicitados durante os exercícios; controle dos movimentos – controlados pela mente para gerar movimentos corretos, sem compensações; centro de força – onde se originam todos os outros movimentos, conhecido também como “Powerhouse”, pois engloba músculos do abdômen, costas e glúteos; movimento fluido – realizados da forma mais harmoniosa possível; precisão – para que os movimentos sejam realizados de forma lenta e precisa; e respiração – todos os exercícios são coordenados com a respiração.

Além disso, vale destacar que a concentração é um dos princípios deste tipo de tratamento, e por isso é extremamente enfatizada. Segundo a fisioterapeuta da Acquaterapia, Maitê Molica Ferrari, em todos os exercícios, a mente e o corpo precisam trabalhar juntos, já que todos os movimentos, sejam eles de alongamento ou fortalecimento, devem ser lentos e precisos.

Fonte: Cyber Diet.

http://www.abpilates.com.br/site/noticias.asp?idNoticia=399

MÉTODO PILATES CONTRA FRATURAS OSTEOPORÓTICAS


Sendo o Método Pilates uma proposta de atividade física com finalidades terapêuticas, utiliza-se para a prevenção e/ou tratamento de diversas patologias osteo-mio-articulares como a osteoartrite. No caso específico da prevenção de fraturas osteoporóticas, o pilates pode ser indicado por promover o aumento da força muscular, o ganho de flexibilidade, a melhora da coordenação motora, do equilíbrio, da postura, propriocepção e da respiração.

O ganho de força muscular é conquistado através de exercícios resistidos por cargas externas, que podem ser a gravidade, o peso do próprio corpo, as molas dos aparelhos ou as bolas Bobath ( bolas suíças), solicitados de acordo com a realidade de cada cliente. O aumento da força auxilia na remodelação óssea, através do estímulo mecânico que a contração muscular imprime aos ossos, promovendo a proteção destes. O fortalecimento, assim como em qualquer modalidade esportiva, é conquistado gradativamente.

O alongamento gradativo dos músculos conquistado com o método promove a diminuição de encurtamentos e tensões musculares localizadas, os quais podem ser responsáveis por alterações posturais significativa e deixar estruturas ósseas mais suscetíveis à forca mecânica. Além disso, o alongamento bem orientado auxilia no reequilíbrio muscular.

O estímulo à coordenação motora é constante durante a realização dos exercícios do Método Pilates. Ela é conquistada através da precisão dos movimentos e dos recursos utilizados durante o exercício. O manuseio das molas e bolas, realização de exercícios unilaterais, bilaterais e alternados, exige que o praticante demonstre domínio e, dessa forma, obtem-se trabalhos coordenados.

O alongamento axial promovido pelo pilates é importante na prevenção das microfraturas das vértebras, principalmente das torácicas que são as mais acometidas, por diminuir a compressão exercida entre uma vértebra e sua adjacente.

Pela ênfase dada ao trabalho respiratório durante a realização de cada um dos exercícios, o pilates promove a reeducação da respiração e, dessa forma, reduz a tensão e o gasto de energia dos músculos envolvidos no processo respiratório.

Somando-se todos os objetivos almejados pelo pilates, obtem-se o que se caracteriza como uma das filosofias do método, que é a melhora da consciência corporal, isto é, o autoconhecimento, fundamental para a realização de cada um dos movimentos do corpo.

Sabe-se que toda e qualquer atividade física deve ser adaptada para atender as necessidades do indivíduo com osteoporose.

A adaptação dos exercícios é feita com base na avaliação física do indivíduo e em seu potencial risco de fratura. Assim é possível determinar a intensidade, freqüência e tipo de exercícios a serem realizados.

Portanto, tendo como precauções basicamente as mesmas de outras modalidades esportivas, o pilates pode ser realizado por indivíduos osteoporóticos, como forma de auxílio a prevenção de quedas e melhora da saúde geral.

Fonte: http://www.efisioterapia.net/

http://www.abpilates.com.br/site/noticias.asp?idNoticia=395